Dia 43 - Praia de Salema, Lagos e Praia da Marinha

Acordamos super empolgados porque poderíamos aproveitar a praia de Salema, já que teríamos um chuveiro nos esperando, mas fomos frustrados por um bando de nuvens que encobriu o céu todinho e manteve o tempo meio frio pela manhã. Demos uma caminhada pela areia, então.

O sol abriu quando estávamos indo embora pra Lagos e deixou tudo mais bonito. Lagos é uma cidade bem maior, com um grande centro histórico e várias praias lindas. Pra mim, a mais bonita desses dois dias foi a praia da Dona Ana (um beijo, mãe!). A água é cheia de nuances de verde graças à luz do sol e às sombras dos corais. As pedras continuam tomando conta da paisagem, mas aqui elas estão bem espalhadas pela água e dão uma carinha diferente pro lugar.

É muito engraçada a visão que temos de cima das praias. Aqueles pontinhos coloridos na areia, organizados até nesse momento. A gente não encontra amontoados de pontinhos ou falatório. Muito menos, comida e correria. Além disso, não tem sombra de coqueiros ou amendoeiras, mas sim das pedras. Aliás, inúmeros são os avisos de que elas podem rolar a qualquer momento, mas algumas pessoas não se importam e, literalmente, se enfiam embaixo das pedras pra aproveitar a sombrinha.

Depois de dar uma voltinha pelo centro histórico, que é super bonitinho, procuramos um lugar pra almoçar. Encontramos o Millenium, que as mulheres escolheram porque era fofo. O garçom brasileiro que nos atendeu era uma figura. Quando chegamos, achamos que ela português por conta do sotaque, mas depois de ver ele falando alto no restaurante, mega simpático com todo mundo, pensamos: "realmente não tinha como esse cara ser outra coisa se não nosso conterrâneo." Comi sardinhas que, apesar de salgadinhas, estavam gostosas. Leandro comeu atum grelhado e gostou, mas não se comparava ao do Sacramento. A Patrícia foi de macarrão com gambas (camarão).

Seguimos para a praia da Marinha, que foi super recomendada pelo Sérgio, amigo deles. A praia é realmente bonita, mas os grandes muros de pedras e a água límpida já não eram mais uma novidade. Devia ser proibido se acostumar com o que é bonito.

Na volta, ao invés de sentirmos que tínhamos conhecido mais uma região e ficarmos satisfeitos com isso, a vontade que tomou conta de nós 3 é a de voltar pra lá e passar um fim de semana inteiro em cada um desses lugares.